Os designers Sergio Fahrer e Jack Fahrer apostam no aço para a coleção 2017. Os irmãos, reconhecidos pelo trabalho com a madeira curvada, produziram 27 peças feitas com tubos curvados, vergalhões finos de aço e chapas moldadas combinados com madeira, vidro, tecidos e pintura de alta tecnologia. As criações foram divididas em quatro linhas: Atari, Prado, Pipe e Tarantino.

Sérgio Fahrer destaca que a busca por novos materiais para as coleções sempre é dada como ponto importante pela dupla e que, durante o processo de idealização, são feitas pesquisas aprofundadas sobre novas matérias prima e técnicas produtivas. “A madeira curvada marcou muito os anos 2000, mas cada coleção buscamos o novo como a coleção que fizemos em 2009 com alumínio de aviação e em 2014 com acrílico e impressão nano. Sempre fugimos do convencional e para esta coleção decidimos investir no aço a fogo que, por receber um banho químico, torna-se mais resistente ao tempo e, por isso, ideal para a área externa também”, explica.

A coleção também se destaca pela pintura. As cores escolhidas para a coleção são da empresa italiana Lechler, responsável pela coloração de carros Lamborghini e acessórios Prada. A paleta de cores escolhidas vai do ouro ao titânio e, além de oferecer um acabamento impecável, deu as peças um ar industrial sofisticado.

 

Fahrer

Rua Wizard, 157, São Paulo-SP

Fone: (11) 3031-7250

www.fahrer.com.br

 

O mercado imobiliário brasileiro trará poucas ofertas de novos empreendimentos para investir todas as forças na venda de estoques em 2017.  É o que diz o presidente da Datastore, Marcus Araújo. Segundo ele, com a crise financeira e as mudanças de comportamento, a população passou a ter outro estilo de vida e prioridades de consumo. Em palestra na primeira edição do workshop Os Especialistas, que aconteceu no auditório do RioMar Trade Center, ele analisou o perfil atual da sociedade fazendo uma ligação desde a influência digital as novas formações familiares.

Segundo o empreendedor, que há 22 anos realiza pesquisas de mercado e presta consultoria estratégica no Nordeste, a intenção de compra nos próximos 24 meses varia entre 25% e 29% para qualquer renda. Para abocanhar esta fatia, as empresas do ramo vão precisar reconfigurar o perfil dos produtos. “O mundo mudou. Em 2017, veremos casais heterossexuais, homossexuais e transgêneros com não mais de dois filhos. Famílias que, por condição financeira ou rotina, não terão mais empregadas domésticas que precisem passar as noites em casa. Tudo isso vai ser percebido no estande de vendas”, destaca esclarecendo que as metragens menores, tanto em apartamentos quanto em lotes de condomínios horizontais, continuam sendo o principal produto do setor.

Também participando do evento, o paisagista Benedito Abbud apontou a importância de ter em mãos pesquisas sobre o perfil do público na hora de projetar as áreas verdes de um edifício, por exemplo, para que todo o trabalho seja personalizado. Sobre a relação entre construtor e arquiteto, tanto Marcus quanto Benedito apontaram para a necessidade de existir uma análise do desejo e da realidade do público alvo, sempre mantendo o vínculo entre as características do local e a viabilidade financeira do projeto.

 

A artista visual Dani Acioli expõe pela primeira vez no Recife a mostra Trama – Diálogos com Zuzu, com obras que propõem um diálogo entre as produções e a história da estilista brasileira Zuzu Angel. A exposição entra na programação da 2ª edição da Mostra Cultural do Shopping Recife, que acontece entre 19 e 28 de maio, no Terraço de Eventos do mall.

A individual é composta por um conjunto de dez desenhos feitos em nanquim e caneta Posca sobre papel amarelo, além de duas telas – uma com tecido tingido com água sanitária, e outra em renda renascença alinhavada a partir de um desenho.

Dani revela a afinidade crescente por Zuzu Angel, enquanto produzia as peças, o que ressaltou a importância das criações em moda e a paixão que a estilista sentia pelo Nordeste.

 

Dani Acioli – Trama – Diálogos com Zuzu

Mostra Cultural do Shopping Recife

De 19 a 28 de maio, no Terraço de Eventos do mall

A marca brasileira Louis Kazan esteve entre os destaques que marcaram presença na edição do Salão Internacional do Móvel de Milão deste ano. Conhecida nacionalmente como M. Brasil, a marca é vendida no Recife com exclusividade na Casapronta, loja de móveis em Boa Viagem.

 

Do clássico ao moderno, do simples ao extravagante. A Louis Kazan é considerada uma marca versátil que bebe de diversas fontes de inspiração e culturas para criar ambientes que vão desde residenciais de pequena escala a palácios de princesas na Arábia, iates de sheiks no Mar Vermelho, mansões na grande Los Angeles e apartamentos de luxo em Nova York.

Referência mundial no setor de design de interiores, o Salão Internacional do Móvel de Milão agrega anualmente milhares de profissionais e representantes da indústria do mobiliário. Por trazer tendências de vários lugares do mundo, o evento é considerado imperdível para quem busca novas técnicas, materiais e inspirações.

 

Casapronta

Av. Domingos Ferreira, 1274, Lj 01 á 06 – Boa Vigem, Recife – PE

Fone: (81) 3465-0010

Novo endereço abre as portas em maio (Foto: Divulgação)

A Meu Móvel de Madeira materializa o seu e-commerce de mobiliários e artigos para a casa abrindo a primeira loja física da marca, em Curitiba. A iniciativa que deverá ser expandida para outros locais do país, propõe que as pessoas tenham um contato mais sensitivo com os produtos.

A Casa MMM traz o conceito de um lar real. Todos os produtos do portfólio online estão disponíveis no local, além de novidades exclusivas, desenvolvidas especialmente para o novo endereço. Para cumprir com o objetivo de fazer com que os clientes se sintam em casa, serão exibidos quartos, salas de estar e jantar, cozinha, varanda e home-office ambientados. O novo endereço abre as portas na primeira semana de maio.

Meu Móvel de Madeira
www.meumoveldemadeira.com.br
Loja física: Av. Batel, 1190 – Curitiba – PR
Tel.: 0800 645 9009

Como parte do processo de transformações que vêm acontecendo no edifício Califórnia, no bairro de Boa Viagem, o café Borsoi e o escritório do arquiteto Diogo Viana fixam endereço no prédio histórico da orla da Zona Sul, dentro de um contexto de fomentação de um polo cultural na área. Com projeto de arquitetura assinado por Diogo, os ambientes dialogam entre si através do protagonismo às obras de arte.

Ao abrir a porta do novo ambiente do escritório do arquiteto, o visitante já se depara com uma gallery wall ou parede de arte estruturada com obras do artista Xadai Rudá, em uma parceria com o site Spot Art. O espaço, de acordo com Diogo, será frequentemente modificado no intuito de valorizar e estimular o colecionismo jovem entre seus clientes. “Seguindo essa mesma ideia, trouxe parte da minha coleção de arte para a sala de estar. Aqui, tenho peças de Kilian Glasner, Roberto Lúcio, João Câmara, por exemplo”, pontua.

Dois outros destaques do lugar são o container em cobre, usado como solução para separar a copa da área de produção da equipe e oferecendo privacidade ao setor administrativo, e a parede verde assinada pela paisagista Ana Gonçalves na sala do arquiteto. “Em meio a cores neutras, o verde das plantas quebra as variações de branco e dá vida ao espaço”, frisa Diogo.

Já no café Borsoi, o arquiteto apostou nos mobiliários de madeira em combinação aos tons de preto e branco. Uma das paredes do ambiente foi usada para abrigar uma mini loja de arte. Para causar interação entre os clientes e os baristas, os maquinários da cafeteria foram posicionados no balcão e na mesa próximas às áreas de consumo formando uma espécie de estação da bebida. “Estamos trazendo um novo conceito de café onde o consumidor vai absorver informação, vai conhecer como é feito. Estar no Califórnia, dentro de um movimento que busca incentivar a relação íntima entre o prédio e os moradores ajuda a fortalecer ainda mais a nossa ideia de resgate, de voltar às raízes”, explica a fotógrafa Paloma Amorim, que junto ao barista George Gepp encabeçam o negócio.

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Edifício Califórnia vive novo momento

Califórnia é ícone da arquitetura moderna

Com 15 pavimentos, o projeto do edifício Califórnia era voltado inicialmente para o uso habitacional, onde haveria cerca de 70 apartamentos de um a três quartos, três andares destinados a um cine teatro, sete lojas, restaurante e terraço jardim. No entanto, a ideia foi reformulada para atender uma demanda que desejava imóveis de veraneio.

“O projeto passou a ser de moradias pequenas, no estilo kitnet ou flat, para serem usados em períodos curtos e que estivesse abastecido por opções de serviços para se tornar um prédio autossuficiente, um característica que permite que se faça tudo a pé”, explica o arquiteto Marco Antônio Borsoi. “Mas, no ponto de vista social, por um tempo, ele ficou estigmatizado por ter sido apropriado por prostitutas e homossexuais que atraíram o preconceito da sociedade. Hoje em dia, o prédio perdeu mais essa referência pela população estar mais aberta a grupos diferentes”, afirma.

Edificações que se propõem de uso misto, como o Califórnia, são um dos elementos mais marcantes de projetos modernistas por atrelar o conceito de racionalismo e funcionalismo. Além dessa característica, é possível destacar em construções desse estilo a aposta em formas geométricas definidas, falta de ornamentação – com a própria obra considerada um ornamento na paisagem-, separação entre estrutura e vedação, uso de pilotis para que haja espaço sob o edifício, a troca de janelas tradicionais por largas cortinas de vidro, integração do paisagismo e as artes plásticas espelhadas com o uso de painéis de azulejo decorados, murais e esculturas.

Para o Marco Antônio, a proposta de movimentar a área através de opções que estimulem a arte vai dar vitalidade ao entorno e atrair recifenses de outros bairros. “A orla já é ponto de encontro entre jovens e moradores da arte, com todas essas novidades o edifício vai unir diferentes classes e pensamentos de uma forma harmônica com uma grande concentração de pessoas ligadas a arte”.

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Edifício Califórnia vive novo momento

Café Borsoi e DV Arquitetos com endereço no Califórnia

Um dos primeiros prédios construídos na avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, o edifício Califórnia é considerado um dos ícones da arquitetura moderna pernambucana. Projetado em 1953 pelo arquiteto Acácio Gil Borsoi, o empreendimento, que por anos esteve em um estado de má conservação, passa por um processo de revitalização que promete mais que melhores condições estruturais: a proposta pretende movimentar a área com a ofertas de atividades artísticas e gastronômicas.

As mobilizações para tornar o lugar um polo cultural já começaram em fevereiro deste ano com a ida do Café Borsoi, cafeteria dos empresários Paloma Amorim e George Jepp, o escritório de arquitetura de Diogo Viana, o estúdio de gravação encabeçado pelo músico Emerson Andrade, e a galeria Amparo 60, da marchand Lúcia Santos. Além deles, nomes do cenário das artes como o artista Bruno Faria apostaram no empreendimento através da decisão de morar no local.

Toda essa ebulição partiu da memória histórica e da importância arquitetônica do Califórnia que vinha sendo deixada de lado pela maioria dos recifenses. “Estava projetando o Café Borsoi quando soube que uma das lojas do térreo estava para alugar e que o espaço do primeiro andar estava vazio. Analisei outras atividades que pudessem se unir a mim na ocupação numa proposta de fomentar a arte na Zona Sul do Recife”, conta o arquiteto Diogo Viana.

Para a galerista Lúcia Santos, estar no Califórnia, um lugar acessível ao público e que tem um clima de praia, torna a galeria um lugar mais convidativo tanto para os moradores quanto para os turistas que estiverem no bairro. Além das operações já disponíveis no empreendimento, a iniciativa prevê ainda ações que irão dialogar com o público como shows intimistas, festivais de música, pequenas feiras e a possibilidade de um cinema de arte.

 

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Vivian Lima, curadora (Foto: Divulgação)

A Casa Viva chega a sua 8ª temporada no Riomar Shopping reforçando a importância da valorização e incentivo ao design autoral. A loja pop up itinerante, que se tornou um reduto de criadores nacionais, apresentará para o público recifense cerca de 40 marcas de 10 capitais. Sob o comando da empresária e curadora Vivian Lima, o espaço abraçará opções que variam entre objetos de decoração, artes, livros, moda, papelaria e artesanato contemporâneo. O espaço receberá novidades toda semana.

De acordo com Vivian, a curadoria é longa e detalhada com viagens, feiras e pesquisas de mercado fazendo parte do processo. Na unidade, as peças serão expostas de maneira nada convencional artes ao lado de moda, decoração compõe junto da papelaria. A ideia é que o visitante experimente, toque e se permita descobrir o novo e exercitar o olhar nas ideias montadas com os produtos.

Entre os participantes locais estão marcas reconhecidas no mercado como a Trocando em Miúdos, Calma Monga, Vitalina, Tout Joalheria Artesanal entre outros. Já representando outras nove capitais estão a Especiário (RN), Moblia (DF), Ponto Deco e Brígida Acessórios (RJ), Uma Chuva de Amor (RS), La Abuela (BA), Box 19 (MG), Anna Maeda (SP), Maira Amaral, entre outros. Vale destacar que todas as com produtos à venda exclusivamente na pop up.

A Casa Viva funcionará de 02 de maio a 15 junho no RioMar Shopping, piso L1- Recife.

Oficinas

Paralelo à exposição dos artistas nacionais, a Casa Viva realizará, aos sábados, Oficinas de Técnicas Manuais para estimular o lado criativo e as habilidades à mão. A agenda apresentará temas variados como Forração de cúpulas para luminárias, Estamparia através de recortes, Chelkboard, Crochê para iniciantes e Aquarela.

Os valores variam de R$ 70 a 135 reais, com material incluso e as inscrições estarão abertas no local a partir do dia 02 de maio. Pela primeira vez a programação terá workshops gratuitos, com a participação de arquitetos e decoradores, para tirar dúvidas comuns como misturar cores, composições, arrumação de quadros, escolha de molduras e outras abordagens.

8ª. Edição da Casa Viva pop up – Talentos do Brasil
De 02 de maio a 15 de junho
No Riomar Shopping – piso L1- Recife
Entrada: gratuita

A Parada Criativa chega em sua 5ª edição com novos nomes do empreendedorismo criativo nacional. O evento que tem realização e curadoria da Casa Viva acontece nos dias 08 e 09 de abril, no piso L4 do Plaza Shopping, em Recife/PE. No formato ‘mercado livre’, 20 participantes oferecem peças autorais como almofadas, roupas, quadros, joias, pinturas, bolsas, entre outros produtos.

 

Nesta edição, estarão presentes a artista Simone Souto Maior, com seu trabalho em esculturas e mandalas em papel; Cores com Amor, de João Pessoa, com banquetas pintadas à mão e vitrais de vidro; Vasos de Luz, com vasinhos de barro; Concretizze Design com peças de decoração feitas em concreto; a gaúcha Bianca Leal Acessórios com colares, brincos e pulseiras fabricados com reaproveitamento de cordas e torçais; Gigolé, com peças feitas em madeira; Meus Botões, com artigos produzidos com botões e fitas; e a LB Biojóias focada em materiais naturais da natureza para criação de peças conceituais. No segmento joias artesanais, a Maria Duarte Joalheria apresentará peças exclusivas em prata, com estilo contemporâneo.

Na área de design e decoração, a estréia do Estúdio Mezcla, a marca AP13, Eita Decoração e Rosa Nunes Artes Gráficas. A marca pernambucana Firulinha apresentará artigos de moda para criança. Já a Mamãe Fez Para Mim promete encantar com acessórios feitos manualmente com textura, flores, pérolas, rosas tudo no estilo princesa.

5º edição da Parada Criativa
Acontece nos dias 08 e 09 de abril, no Piso L4 do Plaza Shopping
Funciona no sábado das 10h Às 22h | domingo das 12h Às 20h
Informações: Casa Viva @casavivadecor