(Foto: Lucas Oliveira).

A Allumé iniciou na última terça-feira (13), uma parceria com a Garrido Galeria para levar ainda mais arte ao público. Através da exposição “Highlighted”, sob curadoria de Aluízio Câmara, a Galeria apresenta telas de artistas renomados. Aberta ao público no horário comercial da loja, quem for até lá vai encontrar telas de Gil Vicente, Aluízio Câmara, Grupo Acidum, Renato Valle, Felix Farfan, Márcio Almeida, Jeims Duarte, Flávio Emmanuel e Manoel Quitério. A exposição pode ser conferida até 21 de janeiro.

“Sempre pensamos em facilitar o acesso do público as obras de arte e essa parceria se tornou uma grande oportunidade. A luz é essencial para as obras, mas é necessário saber qual é a mais adequada. Uma luz errada pode destruir uma bela obra e nada melhor do que expor em uma empresa expert sobre o tema para dar início ao debate”, conta o galerista e marchand Armando Garrido.

A Allumé e a Garrido Galeria já pensam em novos encontros, como a criação de workshops para ensinar aos arquitetos os conceitos da arte e suas histórias, uma maneira de fazer com que o tema seja mais difundido e respeitado.

 

Serviço:
Allumé
R. Maria Carolina, 298 – Boa Viagem, Recife – PE
Fone:3326-0780

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(Foto: divulgação).

Será lançado na próxima quarta-feira (14), pela BEĨ Editora, o livro Espaço Público e Urbanidade em São Paulo, de Mauro Calliari, que é Doutorando da FAU-USP com foco em História dos Espaços Públicos. O livro se propõe a responder três grandes questões ligadas à convivência nas metrópoles atuais: O que é um bom espaço público? Por quê o espaço público é tão importante atualmente? E qual a relação histórica de São Paulo com seus espaços públicos? Para Calliari, há uma mudança em curso na apropriação destes espaços em São Paulo, um momento histórico de inflexão, que está no cerne da obra.

Em cinco capítulos, o livro conversa com estudantes, gestores públicos, pessoas ligadas a ONGS, sociedade civil e demais interessados trazendo um ponto de vista que não tem medo de resolver as questões mais importantes a partir de uma visão histórica, mas com uma grande dose de atualidade. No capítulo “A relação de São Paulo com seus espaços públicos ao longo do tempo” , o autor aborda a história de São Paulo a partir do ponto de vista da relação com seus espaços públicos, a fim de entender como a cidade chegou a produzir espaços de alta qualidade que foram abandonados durante décadas. Os espaços mais emblemáticos dessa mudança foram retratados pelo fotógrafo Tiago Queiroz, do jornal O Estado de S.Paulo.

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(Foto: divulgação).

O Grupo Eliane, participa do 1º Encontro Pernambucano de Arquitetura (EPA), evento que tem como objetivo levar para o interior do Estado uma visão diferenciada sobre a arquitetura e design por meio de palestras, exposições, minicursos e workshops diversos.

Fazendo parte da programação oficial do evento, a coordenadora de Design e Portfólio do Grupo Eliane, Simone Lourensi, ministra a palestra “A Cerâmica na Arquitetura e Tendências 2017/2018”, que acontece nesta quinta-feira (20), às 20h, no Centro de Convenções de Caruaru.

Segundo o organizador do EPA, Filipo Madeira, os especificadores, arquitetos e decoradores da região terão a chance de ampliar networking e se atualizar com as últimas novidades do setor. “O EPA é uma grande mesa redonda de troca de experiências, onde serão apresentados conteúdos ligados a novos produtos, serviços, tecnologias e empreendedorismo. A ideia é apresentar as novidades para um público que nem sempre tem acesso fácil às tendências”, comenta Filipo.

 

Serviço:
Encontro Pernambucano de Arquitetura
Palestra: A Cerâmica na Arquitetura e Tendências 2017/2018
Local: Centro de Convenções de Caruaru – Av. Maria José Lyra, 144 – Caruaru, PE
Horário: 20h

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(Foto: divulgação).

O corpo humano é uma fonte inesgotável de experiência. Pleno de memórias e potencialidades, ele representa um lugar-comum de vivências – carrega marcas do passado, abriga desejos do presente e anseia por realizações futuras. É sobre isso que se debruça a mais nova exposição do artista plástico Roberto Lúcio, “O Corpo e suas Escrituras”, que está em cartaz na Arte Plural Galeria, a partir desta quarta-feira(28).

Utilizando o corpo humano como fio condutor, o artista registrou fotografias e pintou telas que refletem sobre as marcas indeléveis da carne, sejam elas visíveis ou não, fazendo uso do erotismo para transcender. “Na problemática da arte, o erotismo é um campo de reflexão que permite tecer considerações estéticas, sociais ou políticas”, conta o artista, que faz experimentos envolvendo a temática do corpo há quase três anos.

Em “O Corpo e suas Escrituras”, corpos femininos interagem com objetos e transbordam em cores, texturas e movimentos, tornando-se eles mesmos a vitrine de seus impulsos e vontades. “O corpo traz em si o desejo de enfrentar as proibições sociais, de ter ousadia nas transgressões para buscar a satisfação daquilo que quer”, conta Roberto, que utilizou técnicas mistas de pintura e fotografias para compor o trabalho. “A princípio, ia utilizar apenas fotos, mas depois surgiu a ideia de fundir com a pintura. Agora, algumas fotografias foram quase que tomadas pelas tintas”, explica. A exposição tem curadoria de Bianca Coutinho Dias e conta com 10 pinturas e 16 fotografias.

 

Serviço:

Exposição “O Corpo e suas Escrituras”, de Roberto Lúcio.
Período de exposição ao público: de 28 de setembro a 29 de outubro de 2016.
Horário de visitação: de terça a sexta, das 13h às 19h; aos sábados, das 16h às 20h.
Entrada franca.
Mais informações: (81) 3424-4431

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Uma comunidade formada por apenas alguns milhares de homens e que tem um impacto ainda imensurável na narrativa da história romana. Devastada por uma das maiores erupções do Vesúvio em 79 d.C, Pompeia permanece no imaginário de pesquisadores, arqueólogos e curiosos em geral. A literatura sobre a tragédia e o povo, que vivia a cerca de 20 km de Nápoles, é farta e, em sua maioria, afirma que a cidade foi congelada no meio do caminho. Esta, no entanto, é justamente uma das principais ideias refutadas pela especialista em classicismo Mary Beard no livro “Pompeia, a vida de uma cidade romana”, que chega agora ao Brasil pela Editora Record.

Logo nas primeiras páginas da narrativa, a escritora relembra a fuga dos moradores e os sinais de alerta que o povo teria recebido horas ou dias antes da erupção. Em seguida, Beard percorre as inúmeras descobertas encontradas nas escavações e revela curiosidades, como a possibilidade de alguns dos esqueletos não pertencerem às vítimas do vulcão, mas serem de pessoas que se arriscaram a voltar à cidade meses, anos ou séculos depois. Este é o caso, por exemplo, de dois homens e uma criança encontrados com uma picareta e uma pá. Eles seriam um grupo de saqueadores soterrados pelas ruínas.

Por meio de centenas de ilustrações, mapas, plantas baixas e fotografias, a autora apresenta no livro a vida de Pompeia no mundo antigo propriamente dito e a recriação moderna da antiga cidade. Os limites entre o que foi descoberto nas escavações, a porção da região ainda não explorada e as alterações geográficas demarcadas para o turismo fazem com que a autora não concorde com a ideia de que a cidade parou no tempo.

 

Pompeia – A vida de uma cidade romana

Mary Beard

Editora Record

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Com iniciativa pioneira no Brasil de trazer conteúdos específicos de arquitetura para o público infantil, o livro Casacadabra, da Pistache Editorial, chega agora ao mercado. Seu lançamento foi realizado pelo Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Com brincadeiras, interatividades e exercícios propostos para fazer em casa ou na escola, o livro leva o leitor a descobrir segredos e detalhes da arquitetura, ao mesmo tempo em que percebe as casas como espaços lúdicos: uma casa redonda, um dragão que mora no telhado ou a casa em cima da cachoeira. O financiamento coletivo feito pelo Catarse atingiu 143% da meta proposta, o que permitiu, além da produção do livro, que o lançamento conte com uma atividade educativa para as crianças, realizada em conjunto com o Educativo MCB. Também como resultado, serão impressos mais 500 exemplares para doação para escolas e bibliotecas públicas e ONGs, e as autoras vão presentear os apoiadores do projeto (e que selecionaram recompensas que incluíam um livro) com um pôster da Casa Bola assinado pelo arquiteto Eduardo Longo.

A publicação traz dez casas construídas pelo mundo e assinadas por arquitetos famosos: Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi (São Paulo, Brasil); Casa Bola, de Eduardo Longo (São Paulo, Brasil); Edifício Copan, de Oscar Niemeyer (São Paulo, Brasil); Casa Grelha, de FGMF (Serra da Mantiqueira, Brasil); Casa Dymaxion, de BuckminsterFuller (Estados Unidos); Fallingwater, de Frank Lloyd Wright (Mill Run, Estados Unidos); Casa Batlló, de Antoni Gaudí (Barcelona, Espanha); Bedzed, de Bill Dunster (Londres, Inglaterra); Casa NA, de Sou Fujimoto (Tóquio, Japão) e Quinta Monroy, de Elemental (Iquique, Chile).

De maneira divertida, o livro traz explicações sobre termos técnicos como brise soleil, pilotis e estrutura em balanço; e também sobre aspectos sociais da arquitetura, estimulando a criança a pensar sobre sua casa e sua cidade.

“Acreditamos na educação para abrir os olhos das pessoas, desde cedo, para o lugar em que vivem. Casacadabra é um pequeno passo para essa transformação”, dizem Bianca Antunes e Simone Sayegh, idealizadoras do projeto e responsáveis pelo texto e edição. Bianca é jornalista e trabalha há 12 anos na difusão de arquitetura em mídia especializada, assim como Simone, que é arquiteta de formação. As ilustrações são da designer Carolina Hernandes. “Se o ensino de arquitetura começar pela criança, as cidades têm a chance de receber, no futuro, um olhar mais crítico e apurado de quem a constrói, na busca de melhores soluções urbanas”, propõem.

Hoje mais de 50% da população mundial mora em cidades (no Brasil, esse número sobe para 85%). A lógica das construções é algo que pode ser acessível a todos, mas hoje não é automaticamente visível. “Se quisermos cidades melhores, precisamos aprender os princípios da arquitetura desde cedo, aprender a ler a cidade”, dizem. A qualidade do espaço pode mudar comportamentos, melhorar a convivência entre as pessoas, aumentar percepções e a apropriação do próprio espaço, desde a pequena escala da casa. Alerta disso, a criança cresce e cria, também, a consciência crítica em relação à cidade.

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(Foto: Lucas Oliveira).

O engenheiro agrônomo, paisagista e educador, Marcelo Kozmhinsky, realizou na última quarta-feira (14), uma palestra sobre Telhados verdes. O encontro fechado para arquitetos, aconteceu na Consentino Recife e teve como objetivo compartilhar ideias e conceitos sobre o assunto para suprir os arquitetos com ferramentas necessárias sobre o tema, para que os profissionais possam inserir e aprimorar o uso dos Telhados Verdes em seus projetos. “ Eles são uma das soluções para o mundo de hoje. Esses telhados são capazes de gerar mais qualidade de vida para as pessoas, porque trazem a natureza para os espaços de concreto, além de ajudar a diminuir a temperatura, a irradiação do calor, ajudando também a melhorar a poluição visual”, destaca Marcelo Kozmhinsky.

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Apesar de historicamente ser tida como recurso infinito, a água já começou a faltar em diversas partes do mundo. Uso indevido, desperdício, degradação das nascentes, distribuição irregular e políticas mal executadas são algumas das causas que explicam a situação atual. Esse é o mote do livro “O Século da Escassez, uma nova cultura de cuidado com a água: impasses e desafios”, da urbanista e especialista em recursos hídricos Marussia Whately e da jornalista Maura Campanili, que será lançado no dia 16 de setembro, às 19 horas, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

O livro faz parte da Coleção Agenda Brasileira, do selo Claro Enigma, da Companhia das Letras, e conta com prefácio do biólogo e presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) João Paulo Capobianco. As autoras partem do princípio que, apesar de vivermos no “planeta azul”, apenas uma parte ínfima da água da Terra é doce e de fácil acesso. Como explicam no livro, “pense que toda a água da Terra corresponde a uma piscina olímpica. A quantidade de água doce seria equivalente a um quinto de uma raia olímpica. A água doce superficial, por sua vez, equivaleria a uma garrafa de refrigerante de um livro não totalmente cheia”.

Um dos indícios de que o Brasil ainda não se deu conta da complexidade do problema é o jargão “crise da água”. Por definição, crises são períodos de exceção dentro da normalidade. O que vemos, no entanto, é um cenário de difícil reversão: boa parte dos rios está poluída; a indústria, a agricultura e as cidades consomem enormes quantidades de água; e conflitos políticos e comerciais aumentam cada vez mais à medida que a água se torna um bem raro.

“O século da escassez” apresenta os principais conceitos respeito desse tema, traz dados estatísticos com foco no território brasileiro e aponta possíveis caminhos para evitar o colapso no abastecimento. Mais do que promover o uso consciente da água, é preciso repensar o modo de vida do homem moderno e buscar alternativas inovadoras para proteger esse recurso essencial para a nossa sobrevivência, por meio de “uma nova cultura de cuidado com a água”.

Serviço:

Lançamento: O Século da Escassez – Uma nova cultura de cuidado com a água: impasses e desafios
Terça-feira, 16 de agosto, a partir das 19 horas
Livraria Cultura do Conjunto Nacional, Avenida Paulista, 2073, térreo.SP.
Fone: (11) 3170-4033

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A CASA COR completa, agora em 2016, 30 anos e pela primeira vez a mostra chega até a capital paraibana. O evento reúne um time de profissionais de peso e grandes marcas que transformaram a Residência Cassiano Ribeiro Coutinho, um casarão histórico construído pelo arquiteto Acácio Gil Borsoi, em 39 ambientes especiais.

“A mostra é uma oportunidade incrível por seu altíssimo valor como vitrine geradora de negócios para os profissionais, fornecedores, marcas e produtos que associam o seu nome a este evento de sucesso internacional. A mostra colabora com o mercado de trabalho local, empregando centenas de pessoas, direta e indiretamente com a exposição”, explica Cesar Revorêdo, que ao lado do arquiteto Ricardo Castro são os franqueados da mostra paraibana.

 

Esse é o primeiro da série de 3 vídeos que estamos preparando. A arquiteta Fernada Durães apresenta alguns ambientes e detalhes que mais chamaram a sua atenção. Na edição especial impressa da Revista SIM!, traremos uma reportagem com os Top 10 ambientes selecionados especialmente por Fernanda, que faz uma análise detalhada desses ambientes. Aguardem.

Serviço:
Casa Cor Paraíba
Av. Epitácio Pessoa, 1090. João Pessoa-PB
Até 16 de outubro, sempre de terça a domingo, das 16h às 22h.

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(Foto: divulgação).

O Atmosphera Plantas & Paisagismo vai promover em outubro o curso “Paisagismo Litorâneo”, que será ministrado pelo argentino Raul Cânovas, reconhecido nacionalmente  pelo seu trabalho desenvolvido ao longo dos anos com o paisagismo. As aulas serão realizadas no Viveiro da empresa que fica localizado em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. O evento faz parte das comemorações dos 30 anos do Atmosphera.

Além do curso, será realizada uma visita técnica nas instalações do viveiro, onde acontece a produção de plantas ornamentais, frutíferas e florestais. Serão dois dias de aula e o evento ainda contará com a apresentação de produtos e serviços através de fornecedores da área. Hoje a Atmosphera atende arquitetos, agrônomos, paisagistas, construtoras, viveiristas e o consumidor final, com a produção e venda de mudas, prestação de serviços de ornamentação e paisagismo,  assim como a execução de projetos próprios e de terceiros.

Confira a programação do curso
Confira a programação do curso

 

 

Serviço:

www.atmosphera-pe.com.br

www.jardimcor.com/curso-paisagismo-litoraneo