Por lá o cliente poderá ver de perto alguns testes realizados com a madeira e também ter mais informações sobre as diferentes espécies e suas respectivas características (Foto:divulgação).

A IndusParquet inaugurou na última quarta-feira (15), a sua primeira loja em Recife e única unidade no nordeste. O ambiente de 535 m² fica em Boa Viagem e é composto por diversos espaços ambientados com todas as linhas de produtos da empresa.

O empreendimento tem a assinatura do empresário Juan Perez que também é proprietário da Casa Mia.  O destaque da loja pernambucana, é a sala de atendimento técnico, onde o cliente poderá ver de perto alguns testes realizados com a madeira e também ter mais informações sobre as diferentes espécies e suas respectivas características.

O piso superior abriga um espaço gourmet e, é lá, que Juan Perez receberá profissionais da região para promover workshops e reuniões de negócios com refeições assinadas pelo Barbarico Bongiovanni. ” O projeto de criar a Casa Indusparquet Recife, surgiu em 2015 e somente depois de muito trabalho, concretizamos o sonho. Esta criação é um exemplo de perseverança e implica em um compromisso enorme com meus parceiros”, destacou Juan Perez.

 Induaparquet Recife

Av. Eng. Domingos Ferreira, 3333 
Boa Viagem, Recife – PE

 

A criação de Ary Perez (Foto: divulgação).

Além de contar com mais de 120 galerias de arte moderna e contemporânea do Brasil e de outros países, o Festival Internacional de Arte de São Paulo, contará com aberturas de exposições e atividades especiais na programação paralela que reunirão o melhor da arte mundial.

Na abertura da semana do Festival, SP-Arte e Videobrasil unem forças para apresentar no Galpão VB a mostra “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”, que conta com uma seleção de trabalhos em vídeo de artistas brasileiros centrais da cena contemporânea. Além disso, ocorre a segunda edição do Gallery Night, nos dias 3 e 4 de abril, na Vila Madalena, em Pinheiros, Itaim e nos
Jardins, com visitas guiadas a museus e inúmeras exposições em galerias e instituições, feitas especialmente para o período do evento.

Mario Cravo Neto, Vodoo Child I, 1989, gelatin silver print, 100x100 cm Paci contemporary gallery (Brescia, Porto Cervo – IT).
Mario Cravo Neto, Vodoo Child I, 1989 (100×100 cm). Peça do espaço Repertório, curado por Jacopo Crivelli Visconti.

A 13ª edição do evento estará marcada também pela estreia de 20 galerias do Brasil e do exterior no Pavilhão da Bienal.  Além disso, apresenta um novo setor curado, intitulado Repertório. Sob curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, o espaço foi criado para apresentar artistas brasileiros e internacionais fundamentais para a compreensão das práticas artísticas contemporâneas, com nomes ainda não devidamente reconhecidos pelo público. A seleção respeita um recorte cronológico, nele os artistas escolhidos nascidos antes dos anos 1950, e as obras apresentadas foram produzidas até o final da década de 1980.

Em sua quarta edição, o Solo – setor curado por Luiza Teixeira de Freitas, voltado a individuais de artistas contemporâneos – recebe galerias do Brasil e do mundo, algumas pela primeira vez na SP-Arte, como Francisco Fino, de Lisboa; as galerias Lamb Arts, de Londres e espaivisor, de Valência. Dentre as nacionais há BFA (Boatos Fine Artes), Central e Superfície, de São Paulo, e Portas Vila Seca, do Rio de Janeiro.

Dedicado a jovens galerias nacionais e estrangeiras, o setor contará com uma série de estreantes nesta edição, reforçando o vigor e a capilarização do mercado nacional de arte. Entre elas, Cavalo, do Rio de Janeiro; Aura, de Porto Alegre; Periscópio, de Belo Horizonte e muitas outras.

DESIGN
Em sua terceira edição, o setor Performance, realizado em parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo  selecionará dez artistas para se apresentarem no Pavilhão da Bienal. Os dez selecionados terão disponível um acompanhamento de projeto com a artista Paula Garcia, que contará com conversas online e presenciais. As inscrições estão abertas e podem ser feitas aqui.

Voltado a mobiliário, iluminação, antiquário e objetos, o setor Design, sucesso de crítica e público em 2016,
expõe o melhor da produção nacional em sua segunda edição. O setor expande em 2017 o número de participantes, trazendo o retorno de galerias como Artemobilia, ETEL, Firma Casa, Hugo França, Mercado Moderno, Ovo e Pé Palito, além de estreantes como Apartamento 61, Herança Cultural, Lumini e Resplendor. O Design apresenta artistas icônicos como Sergio Rodrigues, Zanine Caldas, Lina Bo Bardi e Jorge Zalszupin e também novos destaques da geração contemporânea como Zanini de Zanine, Jader Almeida e Irmãos Campana.

 

Serviço:
SP-Arte/2017
Datas abertas ao público:
6 a 8 de abril – das 13h às 21h
9 de abril – das 11h às 19h
Pavilhão da Bienal- Parque Ibirapuera, Portão 3- São Paulo, Brasil.

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O novo livro do fotógrafo Denilson Machado(Foto: divulgação).

Denilson Machado é um fotógrafo carioca nacionalmente reconhecido pelos seus trabalhos de fotografia de interiores, tendo já assinado mais de 100 capas de revistas e livros no Brasil e no exterior. Ele lança agora seu mais novo livro “Não Me Obrigue a Fazer Sentido”, de capa dura, com 288 páginas, e mais de 460 imagens.

No livro, ele faz uma retrospectiva com ênfase nas fotos artísticas. A ideia central é que as fotos não têm obrigação de fazer sentido, elas apenas precisam ser belas e ter o seu apelo estético. O livro é agrupado em duas séries: “Eu vendo a vista e a prazo”, com fotos em que a paisagem carioca se integra ao interior dos mais belos projetos e “Há flores em tudo o que eu vejo” quando as flores se tornam protagonistas das fotografias. Há ainda a produção iniciada a dois anos e meio do seu trabalho autoral, que mantém um diálogo com sua produção de arquitetura e interiores. O objetivo é mostrar a sinergia e a coerência que existe tanto no trabalho “comercial” quanto no trabalho autoral, onde ambos têm um diálogo com as artes.

Os Violeiros, obra de Abelardo da Hora, no Parque Treze de Maio (Foto: Lucas Oliveira).

Por Raul Córdula

Grande parte das pessoas que residem no Recife não sabe que as esculturas, murais e outras categorias de obras de arte instaladas nas fachadas, jardins ou halls dos edifícios, particulares ou públicos, estão ali por obrigatoriedade de uma lei municipal de 1961 criada por sugestão do escultor Abelardo da Hora, quando dirigia a Diretoria de Parques e Jardins da prefeitura de Miguel Arraes. Esta Lei, número 117, criou um nicho de mercado para os artistas que trabalham com material de alta resistência e assim nos proporcionou um excepcional acervo público de grandes nomes, pois ela exige que a obra instalada seja visível para o público passante. Se procurarmos com atenção, veremos criações de importantes artistas, como o próprio Abelardo, e seus pares Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres, Corbiniano Lins, José Cláudio, Armando Lacerda, Anchises Azevedo, Aloísio Magalhães, Petrônio Cunha, Marianne Peretti, Alex Mont’Elberto, Edgar Ulisses, Roberto Cavalcanti, Jobson Figueiredo, Cavani Rosas, João Câmara, Ferreira, José Paulo, Cristina Machado, Demétrio Albuquerque, Augusto Ferrer, e muitos outros. Um acervo de causar inveja a qualquer cidade brasileira.

Olhando do ponto de vista dos artistas autores das obras de arte instaladas a partir dessa Lei, considerando que há mais de cinco décadas esta ação é movimentada em cada edifício que se constrói na cidade, isto se trata de uma reserva de mercado que somente traz benefícios à vertente de objetos de arte. Porém, vendo-se da perspectiva museológica, isto é, da qualidade da obra, especificações, conservação, restauração, colocação e apresentação ao público, a Lei necessita de muitos detalhes para seu perfeito cumprimento, especialmente se observarmos seu principal intuito, o de oferecer à cidade um museu de arte a céu aberto — coisa que, por sinal, é uma visão atualíssima da museologia no mundo inteiro, que nosso saudoso Abelardo da Hora intuitivamente compreendeu antes dos museólogos. É importante informar que qualquer edifício construído somente receberá o Habite-se a partir da implantação da obra como está no seu Artigo 3º: “Ao requerer a licença de construção para os edifícios que terá que anexar ao requerimento, o projeto da obra de arte deverá ser assinado pelo artista e pelo arquiteto autor do projeto do edifício.”

A participação do arquiteto na seleção da obra é fundamental, sendo ele o “autor” do edifício, pois arquitetura pode e deve ser tratada como arte não só do ponto de vista da engenharia, mas da plasticidade e da visualidade. No Artigo primeiro da Lei, que teve sua redação modificada em 1984, isto está escrito: “Todo edifício com área superior a 2.000m2 que vier a ser construído no município do Recife deverá conter, externamente ou no hall do edifício em lugar de destaque e de fácil visibilidade, obra de arte – Escultura, Pintura ou Relevo Escultórico – de autor de comprovada habilitação profissional nos termos da presente Lei 14.239 e compatível com o projeto arquitetônico, devendo neste sentido receber a chancela do arquiteto autor do mesmo.”

É importante citar que a Lei atinge também, como determina o parágrafo único deste Art. 1º, “Os efeitos deste artigo também incidem sobre edifícios de grande concentração pública e com área superior a mil metros quadrados, como casas de espetáculos, hospitais, casas de saúde, estabelecimentos de ensino público e particular, estabelecimentos de crédito, hotéis, clubes esportivos, sociais ou recreativos, templos ou edifícios públicos”.
Isto tudo resultará, se o nível de qualidade que a um programa de incorporação de arte à cidade exige, de um controle de qualidade que deve nascer da qualificação do artista. Não apenas da qualificação técnica que uma obra de arte pública deve ter, mas do currículo do autor e da adequação da obra ao edifício. A gestão, por assim dizer, desta Lei precisa da visão curatorial.

Consideramos então que para a aplicação desta Lei, para a consecução da ideia de um museu a céu aberto, para a incorporação dos resultados deste trabalho ao patrimônio de arte pública da cidade, que já continha elementos de excelência antes dela, é importantíssimo que os projetos, e/ou maquetes, das obras adquiridas e aplicadas nos prédios sejam resultado de convite a determinados grupos de artistas, sugeridos pelo arquiteto autor do edifício, e por uma rigorosa seleção feita por uma comissão que teria o referido arquiteto como membro, pois é sua competência a especificação do material a ser utilizado na obra, sua localização visando ao conjunto estético, as dimensões da obra de arte, escultura ou mural, e finalmente a questão do estilo ou da tendência artística que se harmonize com o perfil do edifício.

Infelizmente, hoje a decisão sobre a obra é prerrogativa da empreiteira e se dá pelo preço. É claro que algumas empresas adequam a qualidade da construção à obra que lhe vai integrar, mas grande parte do que é construído é “adornado” por obras medíocres, às vezes ridículas.

É urgente, e fundamental, um foro que possa discutir esta sofisticada característica urbana e mais uma vez adequar a Lei da arte nos edifícios à qualidade da produção artística em nosso Estado.

Alguns modelos sozinhos já conferem ao ambiente uma luxuosidade própria e podem deixar um hall de entrada, varanda ou até mesmo uma cozinha ainda mais glamurosa. Outros, com a ajuda da tecnologia, permitem levar a um quarto um aspecto diferenciado. (Foto: divulgação).

Com a rotina agitada das cidades urbanas, muitas pessoas acabam optando por inserirem em seus lares o conforto e a tranquilidade da praia ou do campo, e, para isso funcionar, muitos itens têm que estar integrados. O revestimento é um ponto crucial nesse processo — é como a segunda pele da casa — e envolve texturas, padrões e cores diversas, que podem interagir com o gosto de cada pessoa.

Hoje, cada vez mais há feiras especializadas por todo o mundo que propõem não ser só uma questão de pisos e paredes, o revestimento é um elemento artístico que exprime sensações.

O leque de opções oferecidos pelas lojas é enorme. São linhas de elementos vazados, geométricos, assimétricos, brilhosos, foscos e outros tipos inumeráveis. Com todas essas ofertas, a escolha se torna mais difícil. O look da casa exige técnica e perícia no assunto. É preciso ter a orientação certa na escolha dos produtos, por isso, a presença do profissional da arquitetura é essencial.

Um fato que muitas pessoas esquecem é que a parede da sua casa é uma história e cabe saber criá-la da maneira que mais tiver identidade consigo. Vale a pena também misturar. Hoje, o não combinar é o caminho, e assim promove um ambiente moderno e único, com personalidade. Um verdadeiro show!

O grande destaque desse ambiente é a luminária sobre a mesa (Foto: divulgação).

Colocando em primeiro plano os desejos pessoais da cliente, bem como a melhor utilização do espaço para uso, circulação e permanência dos usuários, a arquiteta Michelle Becker Gil Rodrigues desenvolveu um espaço confortável e sofisticado, em uma nova clínica dermatológica de 37m², na Zona Sul do Recife. Por lá, a profissional optou pela inserção de espaços privativos, que propiciaram maior privacidade aos pacientes durante a realização de suas consultas e procedimentos.

E é logo na entrada do consultório que se nota a presença da boa arquitetura no local, devido a preocupação com as formas e ocupação do espaço. Uma parede de destaque foi revestida em tons de madeira e espelho, que de acordo com a proposta da arquiteta, serve para gerar a sensação de um fundo infinito na parte superior. Cadeiras em madeira e outras revestidas em estofado na cor vermelha dividem o lugar com um balcão branco em super nano. Mobiliário esse que possui iluminação embutida, através de fita de led. O piso idealizado para o consultório foi construído em porcelanato cimentício.

“A médica é uma apreciadora de artes em todas as esferas, e imprimiu em todos os momentos suas características no projeto e durante sua execução. Conseguimos colocar no papel suas ideias de mobiliário e espaços confortáveis, amplos em circulação, dois banheiros, um para a médica e o outro para os pacientes, e área de atendimento confortável e reservada”, conta a arquiteta Michelle Becker Gil Rodrigues.

No banheiro dos pacientes espaço para a cerâmica artesanal aliada com os espelhos na parede. O balcão em nanoglass branco é um elemento que faz com que todos os outros produtos presentes se valorizem, criando um clima de harmonia. Na sala de atendimento, mais uma mesa em nanoglass. Mas o grande destaque desse ambiente é a luminária sobre a mesa. Por lá os diferentes pontos de iluminação periféricos atuam como destaque para a ambientação e iluminam de forma pontual a sala. Uma grande porta de correr com acabamento em vidro pintado separa esse ambiente da sala de procedimentos.Um grande espelho reveste a maior parede da sala. “ As portas foram desenhadas por nossa equipe também na cor branca, com detalhes em réguas de alumínio, e possuem bandeiras fixas que seguem até o teto, no mesmo material. Com isso criamos elementos verticais, que passam a sensação de um pé direito mais amplo”, conta Michelle.

Os tons utilizados em todo o projeto são em sua grande maioria claros, o que possibilitou a arquiteta mesclar com a cor vermelha e a madeira usada em parte do revestimento do lugar. Tons esses que despertam uma sensação de conforto e modernidade.

Para Michele a definição dos espaços, materiais, cores e texturas foram feitas levando  em consideração alguns aspectos, como o tipo de público. “ Pensamos no conforto dos usuários nas áreas de permanência e usos temporário. E ao fim da obra, conseguimos um resultado extremamente positivo”, finaliza.

O Flamboyant que foi preservado  se tornou um emolduramento para a piscina (Foto: divulgação).

Um dos pontos principais do trabalho da arquiteta Juliana Pippi, é a aposta pelo mix de texturas naturais. Recentemente ela remodelou uma casa elegante e clean, que foi feita para uma família do sul do país. O objetivo era propiciar esse clima natural para que a família pudesse usufruir ao máximo de cada ambiente.

Com o esse projeto ela inseriu um estilo descomplicado aliado ao conforto para moldar uma casa na praia do Sambaqui, em Florianópolis, Santa Catarina. O ambiente de 450m² foi bem aproveitado e gerou uma total integração com a natureza. A casa é dividida em subsolo, onde se encontram a garagem e sauna, e dois andares. No térreo estão presentes as áreas sociais, como sala, varanda, home theater, piscina, cozinha e espaço gourmet. No andar de cima, os quartos das duas filhas, o de hóspedes e o do casal. Um dos pontos altos e especiais do projeto é o Flamboyant que foi preservado aos fundos e que acabou se tornando um emolduramento para a piscina.

No quesito cor, a paleta utilizada deu destaque a cores de tons neutros, que aliadas a madeira clara de freijó e bambu, conferiram sintonia e pureza aos espaços.

flor goivo_shutterstock_75566746_Peredniankina

No dia da Mulher, relembramos o último texto da coluna Jardineira de Tita de Paula, que é designer floral, jornalista, jardinista e paisagista. A cada nova edição, Tita apresenta ao leitor novas espécies de plantas, com dicas e curiosidades sobre o assunto. Confira:

flor goivo_shutterstock_75566746_Peredniankina

 

O nome pode até ser esquisito e pouco conhecido, mas quando se vê um goivo (Matthiola incana), logo a esquisitice dá lugar ao fascínio com tanta graciosidade. Suas flores pequeninas florescem em plena primavera, e tanto podem ser simples como dobradas. São delicadas, perfumadas e bem bonitas, um trunfo para  decorar ambientes ou dar um toque especial em arranjos florais.

Nativa da região mediterrânea, essa herbácia bienal, que pode chegar a 50 cm de altura, transforma qualquer vaso ou jardim com sua formosura e seu colorido (existe em tons rosados, branco, vermelho, violeta, além de diversas tonalidades intermediárias) e sua inflorescência espigada. Com particularidades que facilitam seu plantio, como o rápido crescimento, em comparação a outras espécies floríferas, e a alta durabilidade no pós-colheita, vem ganhando espaço e destaque no movimentado mercado das flores de corte.

O interessante é que as flores do goivo, assim como outras espécies a exemplo da capuchinha, são ricas em nutrientes e podem ser utilizadas na culinária — alternativa ainda pouco comum na alimentação do brasileiro. No prato, além de dar um toque todo especial, agrada aos paladares mais apurados, por misturar, ao mesmo tempo, um sabor levemente doce e o picante. Mas é super importante que a planta que for destinada à mesa deve estar livre de agrotóxicos ou de tratamento químico. Muitos relatam também que suas sementes são afrodisíacas, diuréticas, expectorantes e estimulantes.

O plantio do goivo, que se dá por semente, não exige muitos cuidados graças a sua rusticidade. Basta escolher um local com sol pleno ou meia-sombra. Resistente a baixas temperaturas, gosta mais de climas amenos, mas nada que o uso de estufas não permita o bom desenvolvimento em outras condições climáticas, possibilitando que seja cultivado em todo o país.

A dica do melhor solo para essa planta é o do tipo arenoso, ou seja, bem drenado. Isso porque a espécie não suporta o excesso de água, que favorece o apodrecimento de raízes e caules provocado por fungos e bactérias. Apesar de não tolerar o excesso de água, não resiste à falta de irrigação, então, aguá-la diariamente, mesmo que em pouca quantidade, faz parte do cuidado dessa espécie.

 

Curiosidades:

• A adubação deve ser feita mensalmente após o transplante da planta.

• Apesar de bienal, deve ser tratado como anual, pois costuma perder o bom aspecto com o tempo.

 

Foto: Peredniankina / Shutterstock.com

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(Foto: divulgação).

DELAS é a mostra das mulheres da Casa do Cachorro Preto, que nesta quarta edição, homenageia a artista olindense Tereza Costa Rego que fará uma participação especial, conduzindo a apresentação das obras de 20 artistas. São elas: Amelia Couto, Barbara Collier, Bia Melo, Carol Huang, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Conchita, Dani Acioli, Fefa Lins, Gio Simões, Joana Liberal, Juliana Lapa, Kátia Fugita, Laura Costa Rego, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Simone Mendes, Tatiana Móes e Valéria Rey Soto.

São pinturas, ilustrações, desenhos, gravuras, esculturas, bordados, fotos, instalações e performances. Trabalhos que dialogam com o universo feminino e feminista. Sintonizadas com a luta das mulheres por direitos iguais.

A participação especial de Tereza Costa Rego traz o seu “bordel imaginário” e o Pecado Original, obras que sintetizam e traduzem a concepção, o conceito e as aspirações da mostra. “A arte de Tereza inspira essa busca permanente por liberdade, a inquietude com o estabelecido previamente, a sensualidade despojada, o vermelho sempre forte, presente, revelador e transformador. Sempre ousada, com grandeza e sem ostentação. Para nós da Casa do Cachorro Preto esse é um daqueles momentos que traduzem nosso sentido de ser e nossa imaginação libertária”, conclui a organizadora da mostra Sheila Oliveira.

A exposição abre ao público na próxima quinta-feira (09), às 19h, e fica em cartaz para visitação até 27 de março, na Casa do Cachorro Preto, de quinta a domingo. As obras estão disponíveis para aquisição.

Serviço:

Delas- A Mostra das Mulheres
Homenagem e Participação de Tereza Costa Rego
Quinta-feira, 09 de março, às 19h
A Casa do Cachorro Preto
Rua Treze de Maio, 99 – Cidade Alta – Olinda

(Foto: Lucas Oliveira).

A Allumé iniciou na última terça-feira (13), uma parceria com a Garrido Galeria para levar ainda mais arte ao público. Através da exposição “Highlighted”, sob curadoria de Aluízio Câmara, a Galeria apresenta telas de artistas renomados. Aberta ao público no horário comercial da loja, quem for até lá vai encontrar telas de Gil Vicente, Aluízio Câmara, Grupo Acidum, Renato Valle, Felix Farfan, Márcio Almeida, Jeims Duarte, Flávio Emmanuel e Manoel Quitério. A exposição pode ser conferida até 21 de janeiro.

“Sempre pensamos em facilitar o acesso do público as obras de arte e essa parceria se tornou uma grande oportunidade. A luz é essencial para as obras, mas é necessário saber qual é a mais adequada. Uma luz errada pode destruir uma bela obra e nada melhor do que expor em uma empresa expert sobre o tema para dar início ao debate”, conta o galerista e marchand Armando Garrido.

A Allumé e a Garrido Galeria já pensam em novos encontros, como a criação de workshops para ensinar aos arquitetos os conceitos da arte e suas histórias, uma maneira de fazer com que o tema seja mais difundido e respeitado.

 

Serviço:
Allumé
R. Maria Carolina, 298 – Boa Viagem, Recife – PE
Fone:3326-0780