SP-Arte volta a reunir colecionadores, profissionais e amantes da arte em abril

Além de contar com mais de 120 galerias de arte moderna e contemporânea do Brasil e de outros países, o Festival Internacional de Arte de São Paulo, contará com aberturas de exposições e atividades especiais na programação paralela que reunirão o melhor da arte mundial.

Na abertura da semana do Festival, SP-Arte e Videobrasil unem forças para apresentar no Galpão VB a mostra “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”, que conta com uma seleção de trabalhos em vídeo de artistas brasileiros centrais da cena contemporânea. Além disso, ocorre a segunda edição do Gallery Night, nos dias 3 e 4 de abril, na Vila Madalena, em Pinheiros, Itaim e nos
Jardins, com visitas guiadas a museus e inúmeras exposições em galerias e instituições, feitas especialmente para o período do evento.

Mario Cravo Neto, Vodoo Child I, 1989, gelatin silver print, 100x100 cm Paci contemporary gallery (Brescia, Porto Cervo – IT).
Mario Cravo Neto, Vodoo Child I, 1989 (100×100 cm). Peça do espaço Repertório, curado por Jacopo Crivelli Visconti.

A 13ª edição do evento estará marcada também pela estreia de 20 galerias do Brasil e do exterior no Pavilhão da Bienal.  Além disso, apresenta um novo setor curado, intitulado Repertório. Sob curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, o espaço foi criado para apresentar artistas brasileiros e internacionais fundamentais para a compreensão das práticas artísticas contemporâneas, com nomes ainda não devidamente reconhecidos pelo público. A seleção respeita um recorte cronológico, nele os artistas escolhidos nascidos antes dos anos 1950, e as obras apresentadas foram produzidas até o final da década de 1980.

Em sua quarta edição, o Solo – setor curado por Luiza Teixeira de Freitas, voltado a individuais de artistas contemporâneos – recebe galerias do Brasil e do mundo, algumas pela primeira vez na SP-Arte, como Francisco Fino, de Lisboa; as galerias Lamb Arts, de Londres e espaivisor, de Valência. Dentre as nacionais há BFA (Boatos Fine Artes), Central e Superfície, de São Paulo, e Portas Vila Seca, do Rio de Janeiro.

Dedicado a jovens galerias nacionais e estrangeiras, o setor contará com uma série de estreantes nesta edição, reforçando o vigor e a capilarização do mercado nacional de arte. Entre elas, Cavalo, do Rio de Janeiro; Aura, de Porto Alegre; Periscópio, de Belo Horizonte e muitas outras.

DESIGN
Em sua terceira edição, o setor Performance, realizado em parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo  selecionará dez artistas para se apresentarem no Pavilhão da Bienal. Os dez selecionados terão disponível um acompanhamento de projeto com a artista Paula Garcia, que contará com conversas online e presenciais. As inscrições estão abertas e podem ser feitas aqui.

Voltado a mobiliário, iluminação, antiquário e objetos, o setor Design, sucesso de crítica e público em 2016,
expõe o melhor da produção nacional em sua segunda edição. O setor expande em 2017 o número de participantes, trazendo o retorno de galerias como Artemobilia, ETEL, Firma Casa, Hugo França, Mercado Moderno, Ovo e Pé Palito, além de estreantes como Apartamento 61, Herança Cultural, Lumini e Resplendor. O Design apresenta artistas icônicos como Sergio Rodrigues, Zanine Caldas, Lina Bo Bardi e Jorge Zalszupin e também novos destaques da geração contemporânea como Zanini de Zanine, Jader Almeida e Irmãos Campana.

 

Serviço:
SP-Arte/2017
Datas abertas ao público:
6 a 8 de abril – das 13h às 21h
9 de abril – das 11h às 19h
Pavilhão da Bienal- Parque Ibirapuera, Portão 3- São Paulo, Brasil.